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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Imprensa golpista: no apagar das luzes, indícios de (outra) farsa contra Dilma

O golpismo valerá a pena?

São cada vez mais fortes os indícios que que a Folha de S.Paulo prepara para sexta-feira uma edição destinada a disparar a “última bala” contra a candidatura Dilma Rousseff.

A insistência em obter os autos do processo contra ela, dos tempos de ditadura, no Supremo Tribunal Federal e, depois, no STF, visa, essencialmente, dar cobertura a uma matéria que já está escrita.

Até porque grande parte deste processo está copiada nos arquivos da Universidade de Campinas e são de acesso público. Fazem parte da coleção “Brasil, nunca mais”, do Arquivo Edgard Leuenroth, daquela Universidade.

Neles, segundo o próprio diretor do Arquivo, Alvaro Bianchi, “, não há nada nesses processos que vincule diretamente Dilma Rousseff a ações armadas, como sequestros, expropriações ou atentados contra alvos civis e militares, nem mesmo a greves ou manifestações estudantis. Ao contrário. Mesmo seus inquisidores não conseguiram estabelecer esse vínculo, não restando –senão- acusá-la vagamente de ‘subversão’ ”.

O professor Bianchi é insuspeito, pois é a favor da liberação indiscriminada dos arquivos do STM. Mas também é contra sua manipulação:

- Suprimir a memória para não perder votos não é boa coisa. Falsificá-la para ganhá-los também não, escreveu ele, num artigo publicado na Carta Capital, onde descreve o conteúdo da documentação relativa a Dilma.

O professor pode ter suas razões. Nem mesmo concordo com elas, pois a revelação daquilo que foi dito – ou que se alegou terem dito – em sessões de torturas abomináveis viola de tal forma o direito das pessoas que só elas, individualmente, podem julgar se querem tornar público, como protesto, ou se aquilo fere a si ou a terceiros,

Afinal, se esta mesma imprensa acha abominável a quebra de sigilo fiscal, revelando aquilo que pessoas disseram à Receita Federal, como pode achar normal ter o direito de revelar detalhes do que foi obtido usando de violências bárbaras? Ou o crime cometido da delegacia fiscal de Mauá é mais grave do que aquele que se cometeu nas câmaras de tortura do regime ditatorial?

A discussão, porém, não se dá nem neste plano das ideias. Não há um pingo de “direito à informação” ou liberdade jornalística neste episódio.

O material – tentando envolvê-la em casos de sangue, não posso afirmar se direta ou indiretamente- está pronto para ser publicado de forma a não ser respondido. Sexta-feira, calam-se os horários eleitorais. No final de semana das eleições, não há possibilidade razoável de contestação. Impera o silêncio, e falarão sozinhos o Jornal Nacional, a Veja, O Globo…

Não será a ética ou o amor pela verdade que os impelirá, nem também o que lhes impedirá.

A única dúvida que lhes resta é se isso adiantará para derrotar Dilma e eleger Serra.

Texto: Tijolaço

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Onda verde é FARSA para beneficiar Serra

BRIZOLA NETO CONTA COMO O PIG - PARTIDO DA IMPRENSA GOLPISTA USA MARINA PARA TENTAR LEVAR SERRA AO SEGUNDO TURNO

Meus queridos amigos. Vocês, que acompanham os fatos sabem que os adversários do povo brasileiro não têm condições de travar o debate sobre a realidade. Não têm argumentos, porque o Brasil agora cresce, enquanto eles o estagnaram, porque o Brasil agora emprega, enquanto eles deixaram milhões de pessoas na angústia de não ter seu ganha-pão, o Brasil agora aumenta os salários e o consumo, enquanto eles passaram décadas mandando o povo brasileiro apertar os cintos.


No Brasil de verdade, na realidade, eles estão sem armas e sem argumentos. Sua causa é ruim, é pavorosa, é repugnante quando surge com o seu próprio rosto disforme.

Mas eles controlam o Brasil imaginário, porque controlam a mídia. E é essa a arma monstruosa que, desde o início do processo eleitoral, brandem contra os sentimentos verdadeiros do povo brasileiro.

Há seis meses, chamavam Dilma de “poste”, de alguém sem idéias, sem personalidade, sem discurso, sem capacidade sequer de se expressar.

Esta fantasia mentirosa ocupou páginas e colunas de jornais, repetida como um mantra.

Os fatos, mais que a dissiparem, reduziram-na a pó.

Há três meses, eles sustentavam uma liderança de Serra que todos sabíamos falsa. Mas a publicavam em gráficos coloridos, a repetiam na televisão, a comentavam como fosse real.

Outra quimera que se desfez quando o sentimento e a voz do povo passaram a ser ouvidos.

Agora, seguindo um roteiro previamente estabelecido, construíram duas histórias: a de “escândalos” e a de ameaças à democracia. E, com elas, passaram usar, como sempre usam, as pesquisas que controlam. Há dias, “constróem” uma aproximação na reta final e a sua “obra” se expressa nos gráficos de pesquisas, o Datafolha à frente delas.

Mas eles não têm uma causa, uma bandeira, um projeto que possam submeter ao julgamento do povo brasileiro. Seu candidato é um personagem que desperta asco nna nossa gente.

Daí erguerem o nome de Marina Silva como biombo de seus verdadeiros interesses.

É irrelevante sabermos com qual nível de conveniência ela se presta a ele e, sequer, se ela o faz com cumplicidade.

Não importa qual o resultado deste julgamento moral.

O que importa é o mundo real, e é o mundo real a nossa arma contra a avalanche de propaganda que já despejam e despejarão nestes dias, sobretudo com as pesquisas a lhes servirem de disfarces dos seus apetites.

Temos de ter calma, lucidez, coragem, objetividade e disposição para o combate.

O primeiro é saber é que eles não lutam pela vitória, mas por uma sobrevida, por um segundo turno que lhes dê condição de fugirem da verdade acachapante de que a direita tornou-se uma força desprezada pela população. Lutam por mais 30 dias em que possam cevar um “milagre” demoníaco que oculte esta verdade.

Nem mesmo eles ousam estar seguros de que o conseguirão.

Mas sabê-lo não basta, é preciso dizê-lo, dizê-lo a quantos possam nos ouvir e ler.

Temos de ser claros e diretos: se é legítimo votar em Marina Silva, também é legítimo dizer a quem o faz que este voto, mais do que a ela, serve agora à direita e a José Serra.

Esta é a verdade nua e crua e, se ela me custar algum voto em minha candidatura a deputado, paciência.

Verdades são para ser ditas, custe o que custar, do contrário serei mais um hipócrita, e de hipócritas o povo brasileiro já se encheu.

Digo claramente o que deve ser dito e é preciso que cada um de nós o faça. A quem estiver caindo no “conto da onda verde”, a quem estiver vacilando por causa da mídia e das pesquisas, a pergunta deve ser esta, e feita de forma direta:

- Então, você vai votar no Serra?

- Vou votar na Marina.

- Não, você está enganado, você vai votar no Serra.

Este é o argumento com a força cortante da verdade. E o choque, talvez, desperte a compreensão deste interlocutor ingênuo, que não percebeu o jogo sujo que se oculta por detrás de um personagem que, pela sua origem e trajetória, pode despertar solidariedade e respeito, mas que, agora, passou a ser, para a direita, a tábua de salvação, provisória que seja, do seu naufrágio.

É hora de cada um de nós – a começar por aquele que tem a empatia de enormes massas do povo brasileiro – conversarmos com cada pessoa, com cada amigo, conhecido, vizinho ou parente.

Nós fazemos parte de um milagre chamado comunicação. Nós somos, aqui, dezenas de milhares e éramos centenas faz pouco tempo. Crescemos e nos unimos com a verdade e o amor ao povo brasileiro e a esta nação.

Acreditem, meus irmãos e minhas irmãs, nesta bandeira limpa, pura, decente e humana que conduzimos. Ela merece a força de nossos braços, o desapego de nossas idéias. Merece toda a nossa energia nesta batalha que quase se finda.

Cada voz, cada mente, cada coração, agora, deve ser posto a serviço do povo brasileiro. Pois a nossa sinceridade é tanta, o nosso amor ao Brasil é tanto, a nossa fé no futuro é tanta que não há mentira capaz de superar a emoção com que podemos nos expresar.

Vamos em frente, em nome do nosso povo. Vamos em frente, e vamos vencer.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

DEMOROU: Dilma e Lula abrem fogo contra o PIG!


Batalha da Mídia

Rodrigo Vianna: “Folha” vira a FOX de Dilma

Nos EUA, Barack Obama pendurou o guiso no gato já há algum tempo. Lá, a assessoria do presidente colou na FOX o rótulo de “braço midiático do Partido Republicano”.

Nessa segunda-feira, o jornal da família Frias teve o seu dia de FOX. Dilma bateu pesado na “Folha”. É o troco, depois de dias e dias de uma campanha unilateral. Aliás, são meses de deturpações e cobertura enviesada. Começou lá atrás, com a ficha falsa na primeira página. Seguiu com a manchete tosca sobre o aumento da conta de luz “por culpa de Dilma” (tão tosca que fez a “Folha” ir parar nos trendtopics do twitter, como exemplo mundial de manipulação).

Nas últimas duas semanas, diante do aturdimento de Serra – incapaz de traçar uma linha para sua campanha – a velha mídia assumiu o comando da oposição. Cumpriu-se, assim, na prática, o que Judith Brito (presidenta da ANJ – Associação Nacional dos Jornais) já havia vaticinado: “a imprensa é o verdadeiro partido de oposição no Brasil.”

O clima de confrontação, criado pela direita, aproxima-se muito do que vemos na Venezuela. Como escrevi aqui, a venezuelização do Brasil vem pela direita: quem escolheu o confronto não foi Lula, mas Serra (com seu discurso no Clube Militar, falando em “República Sindicalista”) e a velha mídia.

Já escrevi nesse humilde blog que a imprensa tem , sim, o dever óbvio de investigar e denunciar. Não vejo nada de errado nisso. A situação absurda, no Brasil, é que as denúncias são sempre unilaterais. Só existem escândalos federais no Brasil, há quase 8 anos. O ímpeto investigativo dos jornais não se volta – jamais – contra os tucanos. Explica-se: os tucanos garantem polpudos recursos para a velha mídia, com a assinatura de jornais para as escolas paulistas.

A velha mídia tenta criar um “Mar de Lama” contra o lulismo. Como Lacerda fez contra Vargas em 54.

Naquela época, o único contraponto era o “Última Hora”, jornal de Samuel Wainer. Hoje, os “blogs sujos” cumprem – de forma ainda limitada, mas efetiva - o papel de contraponto. Nem isso Serra gostaria de ter. Queria toda a mídia pra ele.

Em 2002, os golpistas na Venezuela tinham toda a mídia com eles, menos a TV estatal. Aqui no Brasil, os maiores jornais e a (ainda) maior rede de TV levam o país para o abismo do confronto.

As manchetes, no entanto, não refletem o clima nas ruas. O brasileiro comum quer tocar a vida – que melhorou um pouquinho nos últimos anos. Por isso, Dilma segue favorita, debaixo do maior tiroteio já visto antes de uma eleição.

O brasileiro comum ignora o bombardeio midiático. Mas isso não torna o bombardeio menos perigoso. Porque alimenta uma classe média cada vez mais raivosa e agressiva.

O descalabro precisa ser denunciado internacionalmente. E é o que nós, de blogs que o Serra gostaria de ver fechados, vamos fazer nos pórximos dias: denunciar o comportamento antidemocrático e golpista da mídia brasileira, lembrando ao Mundo que esses mesmos que prepararm o golpe hoje, foram os que imploraram pelo golpe em 64: Estadão, Folha, O Globo.

Dilma deu um passo importante, hoje, ao cravar na testa da “Folha” o selo de jornal golpista. Talvez tenha se excedido um pouco no tom. Cheguei a ficar preocupado quando vi a Dilma, com a veia a saltar na testa. A candidata alcançará mais resultado junto ao público quanto mais conseguir aliar serenidade e firmeza. Mas seria demais pedir serenidade em meio ao combate.

A “Folha” foi parar no centro da campanha. Pela voz de Dilma.

A “Veja” (ou “Óia”) já tinha virado tema de discurso de Lula, no fim de semana, em Campinas.

A próxima será a Globo? Seria bom e didático que Dilma e Lula cumprissem esse papel.

A batalha da mídia, durante a campanha, é apenas a consequência natural do processo político. Dilma deixou de debater com a oposição do DEM/PSDB -essa está perdida. Restou a velha mídia.

É preciso derrotá-la, antes que ela (a velha mídia golpista) derrote o Brasil.

 
Paulo Henrique Amorim: Dilma rompeu o limite da complacência. PiG e elite não têm volta: é o confronto

A Da. Lilly Marinho entendeu tudo
Amigo navegante telefona preocupado: o PiG (*) vai ao Tribunal Superior Eleitoral e impedir a vitória da Dilma no tapetão.
Há certo perigo aí.
A Procurador Eleitoral é a Dra. Cureau, sempre imparcial, que quer calar o Mino Carta.
Marco Aurélio de Mello, que, em 2006, como presidente do TSE, ameaçou não dar posse ao Lula, é titular do TSE.
Gilmar Dantas (**) é suplente no TSE, ele que tentou, com as tropas do Estadão, dar o Golpe de Estado da Direita.
O jenio tem mais chance no TSE do que no voto.
E a UDN só ganha eleição no tapetão – no Golpe.
Acontece que a Dilma perdeu a paciência.
Dilma não é Lula.
Na resposta à Folha – clique aqui para ver esse vídeo histórico – ela se pôs ao lado de Leonel Brizola, autor de outro vídeo histórico – clique aqui para ver o editorial que Brizola obrigou o Roberto Marinho a ler.
Os filhos do Roberto Marinho sabem disso – o temperamento da Dilma está mais para Brizola do que para Lula.
A Dilma não vai esperar o Golpe sentada em cima das mãos.
Dilma tem um aliado importante.
Já imaginou o Lula na rua, a pregar uma greve geral para garantir a posse da Dilma ?
Lula não é Jango.
Isso parece uma insensatez ?
Insensatez é o que o PiG (*) faz hoje no Brasil.
A eleição não é mais entre a Dilma e o Serra, que foi atropelado pela própria insignificância.
A eleição é entre a Dilma e o PiG (*).
Judith Brito disse que a Associação Nacional dos Jornais, que preside em nome do Otavinho, é a oposição.
Ela provavelmente não sabia que tinha entrado para a História do Golpe, que tinha escrito uma página do Livro de Ouro da extrema direita brasileira.
O PiG (*) não tem mais volta.
Ele destruiu todas as pontes que o ligavam à Democracia e ao Estado de Direito.
O PiG (*) é o PiG (*) da Argentina e da Venezuela.
Vai fazer o que ?
Demitir a Eliane Catanhêde para se aproximar da Dilma ?
A urubóloga, o Merval, o Waack, o Ali Kamel, o do Golpe de 2006 ?
Não tem como.
O ultimo recurso será entrar com um pedido de anulação da eleição no TSE, redigido por um jurista de prateleira, como, por exemplo, Yves Gandra Martins.
O que o PiG (*) quer ?
Uma Guerra da Secessão ?
Uma “Revolução” de 32, para se separar de Vargas ?
O PiG (*) está miseravelmente isolado.
Deve representar uns 5% da população brasileira – seus leitores.
Na tem uma passeata do Cansei na rua.
Não tem uma Marcha com Deus pela Família e a Propriedade.
Não tem um Carlos Lacerda.
A FIESP não está no Golpe.
A FEBRABAN não está no Golpe.
A Associação Comercial … associação comercial, qual ?
Acabou a União Soviética e não assusta mais as mal-amadas.
A Igreja Católica afundou-se com seus próprios pedófilos e não tem autoridade moral para derrubar nem prefeito.
Os americanos estão atolados no Afeganistão e nas dividas.
Não vão mandar a Frota que derrubou o Jango.
E o Obama acha o Lula “o cara”.
Não tem Manifesto dos Coronéis.
Não tem mais seu redator, o grande democrata Golbery e seu fantoche, o George Washington do Elio Gaspari, o general Geisel.
Não tem o IPÊS (o Millenium do Jabor, convenhamos…)
Tem alguém na tribuna da Câmara a pedir o Golpe, como o Padre Godinho, da UDN de São Paulo ?
Cadê o jovem deputado da UDN da Bahia, Antonio Carlos Magalhães, a dizer que o Lula é ladrão ?
Eles morrem de medo do Lula
Quem o PiG (*) representa ?
Quer dar o Golpe em nome de que ?
Em defesa de quem ?
De seus próprios interesses ?
A quem interessa defender o interesse do Otavinho, a não ser o próprio Otavinho ?
Quantas lágrimas serão derramadas no dia em que a Folha fechar ?
Provavelmente só as do Clóvis Rossi.
O PiG (*) não tem mais como conversar com a presidenta Dilma, depois desse desabafo, hoje, no Rio.
Não adiante produzir manchete na Folha para o jenio e o Gonzalez reproduzirem no programa eleitoral.
Não dá em nada.
A pesquisa tracking da Vox Populi desmoralizou o Datafalha e o Globope.
A Sensus idem.
Os institutos mineiros acabaram com o blefe, a chantagem.
O Tribunal Superior Eleitoral vai dar o Golpe em nome de que ?
Da quebra dos 30 milhões de sigilos da filha do Serra ?
Do filho da Erenice ?
Do tucano que sumiu com a Caixa (2?) do Serra ? – Clique aqui para ver no Blog Amigos do Presidente Lula.
Como diz o Vasco: acharam um monte de Vavás e o Daniel Dantas está solto.
Esse é o problema grave: o PiG perdeu a importância.
Ele só serve para dar Golpe.
Para desestabilizar o país.
Com o Lula, o PiG (*) podia achar que levava o Brasil à beira do precipício e, na hora “h”, o Lula conciliava.
A bonomia do Lula não deixava o caldo virar.
A Dilma não é o Lula.
O Otavinho que se cuide.
Os filhos do Roberto Marinho que se cuidem.
Eles vão fechar o negócio do pai.

Paulo Henrique Amorim

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

E agora, PIG?

Erenice dá a cara a tapa, mas o PIG não tem moral para bater. A propósito, por que a honesta filha do José não faz o mesmo, para que não haja quaisquer dúvidas sobre a lisura do seu caráter?

NOTA DE ESCLARECIMENTO


VIA NET EXPRESS TRANSPORTES LTDA, empresa de direito privado inscrita no CNPJ 02.701.816/0001-78, por seu advogado abaixo subscrito, vem esclarecer o que segue:

Em reportagem veiculada pela Revista Veja e demais meios de comunicação, a empresa Via Net Express Transportes Ltda é citada em reportagens que circularam nesse fim de semana.

Cumpre esclarecer que o sr. Fabio Baracat nunca foi sócio, procurador ou gestor, e tampouco pertenceu algum dia ao quadro de funcionários da empresa, fatos esses que podem facilmente ser comprovados.

A Via Net Express não conhece o contrato apresentado na reportagem, não assinou esse suposto contrato, não conhece a Capital Assessoria, não conhece seus sócios, nunca manteve qualquer contato e qualquer tipo de relação comercial com a mesma.

Por fim cumpre informar que a Via Net Express não possui nenhum tipo de contrato de prestação de serviços com o Correio, nem compra serviços de tranpostre aéreo nas aeronaves do Correio.

Para os transportes das mercadorias dos clientes da Via Net Express, esta utiliza as ofertas das cias aéreas disponíveis no mercado.

A Via Net Express, diante de todos esses fatos e principalmente das publicações envolvendo o seu nome buscará os esclarecimentos necessários, para em seguida adotar as medidas judiciais cabiveis.

São Paulo, 12 de setembro de 2010

Via Net Express Transportes Ltda.

Marcos Paulo Baronti de Souza

Texto extraído do Viomundo

NOTA DE ESCLARECIMENTO


Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.

Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.

Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.

Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.

Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.

Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.

Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.

Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.

Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.

São Paulo,11 de setembro de 2010.

Fabio Baracat
 
Texto extraído dos Amigos do Presidente Lula

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Lula e Dilma têm o que mostrar. E os outros?

Apesar da crise, um milhão saem da linha da pobreza em 2009


Em estudo que será divulgado sexta-feira (10), FGV mostra que total de pobres recuou 4%, contrariando expectativa de "empate" em 2009

A crise global atrapalhou o crescimento econômico e elevou o desemprego, mas não interrompeu o combate à miséria no Brasil. Cerca de um milhão de pessoas cruzaram a linha da pobreza entre 2008 e 2009, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (9) por Marcelo Neri, chefe do Centro de Estudos Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Isto equivale a um recuo de 4,3% da pobreza neste período. O dado, calculado a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domícílio (Pnad) faz parte de um novo estudo sobre classes sociais que o pesquisador da FGV lança amanhã (sexta-feira). Neri se baseou na soma de todas as fontes de renda (trabalho, aposentadoria, programas sociais etc) de todas as pessoas do domicílio dividida pelo numero de pessoas da família. E considerou pobre aquele que recebe menos de R$ 140 por mês.

Desaceleração

Mesmo com a crise e o aumento do desemprego revelado pela Pnad, a participação de pobres na população brasileira recuou de 16,02% em 2008 para 15,32% em 2009. A queda não é tão expressiva quanto nos anos anteriores, mas significativa para quem esperava "um empate em 2009". Marcelo Neri esperava que 2009 seria um ano praticamente sem avanços no combate à miséria e chegou a excluir o período de projeções de queda na pobreza, por considerá-lo um ponto fora da curva.

Embora longe de um "empate", o processo de redução da pobreza desacelerou. De 2003 a 2008, cerca de 20 milhões de brasileiros deixaram a pobreza. Somente entre 2007 e 2008, a pobreza recuou cerca aproximadamente 12%, ritmo bem maior que o verificado agora a partir desta última Pnad.

Neri explica que o segredo da redução da pobreza no Brasil tem sido a combinação de crescimento com redução de desigualdade social. Em 2009, a economia ficou estagnada, mas a Pnad mostrou que novamente a concentração de renda diminuiu. A renda média dos 40% mais pobres do País avançou 3,15%, enquanto a dos 10% mais ricos cresceu 1,09%.

Valorização do trabalho

Um dos principais fatores que explicam a redução da pobreza é a política de valorização do salário mínimo conquistada pelo movimento sindical com o apoio do presidente Lula. O aumento real do salário fortaleceu o mercado interno e impediu a propagação da crise, em combinação com as políticas de estímulo adotadas pelo governo e a continuidade de outros programas do governo, inclusive o Bolsa-Família.

Indústria e agropecuária sofreram com o colapso do comércio exterior, decorrente da recessão nos Estados Unidos, e a queda das exportações, mas a expansão da renda doméstica acabou compensando a redução das vendas externas e garantindo a recuperação.

O comportamento da economia, que superou rapidamente a crise e voltou a crescer de forma vigorosa, mostra que a valorização do trabalho contribui poderosamente para o desenvolvimento nacional ao elevar o nível de emprego e ampliar o consumo das massas, alimentando o mercado interno e estimulando, com isto, os setores produtivos. É o contrário do que prega o neoliberalismo, que advoga a depreciação do trabalho para ampliar a competitividade da indústria nacional, receita que foi aplicada nos governos FHC e redundou na elevação do nível de desemprego e estagnação da economia.

Da redação, com agências

Via Vermelho

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O império do mal começa a ruir

Record bate Globo e chega à liderança de audiência pela 1ª vez


A TV Record alcançou um feito histórico no último domingo (5): pela primeira vez, conseguiu bater a principal concorrente — a poderosa Rede Globo — no Rio de Janeiro durante todo o dia.

Apesar de ter sido por uma diferença pequena, a comemoração interna se deu principalmente por se tratar do local onde a adversária está sediada. O canal de Edir Macedo teve 26% de share (participação entre os televisores ligados), enquanto a Globo teve 25,8%.

Os números mostram que, das 7 horas à meia-noite do domingo, a Record alcançou média de 12,3 pontos de audiência — contra 12,2 da rival. Os dados, aferidos pelo Ibope na Grande Rio, foram repercutidos pela coluna “Outro Canal”, da Folha de S.Paulo.

A Record esteve na frente à noite, quando as concorrentes passam suas principais atrações. Entre 18 horas e meia-noite, a Record liderou com o Programa do Gugu, que teve 17,1 pontos e 27,9% da share. Já a Globo, com Domingão do Faustão e Fantástico, teve 16,6 pontos e 27% de share.

O quadro fora o mesmo também pela manhã (entre 7 horas e 11h59), quando a emissora paulista venceu por 7,3 pontos a 6. Nessa faixa, desenhos animados e distribuição de prêmios na Record bateram o Esporte Espetacular.

O único período que deixou a emissora da família Marinho em vantagem foi à tarde. Das 12h às 17h59, a Globo marcou 12,8 pontos contra 11,4 da Record — graças sobretudo à transmissão de um jogo do Campeonato Brasileiro.

Queda global

A TV Globo foi também a emissora que mais sofreu queda nacional de audiência no mês de agosto. Segundo informação de Lauro Jardim, da coluna Radar On-Line, a emissora carioca tinha 18,6 em julho e passou para 17,8, entre 7 horas e meia noite.

A Record caiu de 7,5 pontos para sete, enquanto o SBT teve ligeira queda de 5,9 para 5,7 pontos. A Band caiu de 2,6 para 2,2. Somente a RedeTV! manteve os índices de julho com 1,2 ponto.

Da Redação, com agências
 
Texto extraído do Vermelho

domingo, 5 de setembro de 2010

Quem banca o PIG?


O Conversa Afiada publica e-mail do amigo navegate Leandro Fortes:


Leandro Fortes:

Confira a nova, impressionante pesquisa do NaMaria News sobre o toma-lá-dá-cá da educação no governo do PSDB em SP: http://bit.ly/aDzrGu

O toma-lá-dá-cá da Educação de SP, a imprensa e as eleições 2010

No dia 16 de julho de 2010, o Secretário de Educação de São Paulo, Sr. Paulo Renato Costa Souza, mandou a FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) assinar o seguinte negócio (publicado em 21/julho no DO):

Contrato: 15/00062/10/04

– Empresa: Empresa de Publicidade Rio Preto Ltda.

– Objeto: Aquisição pela FDE de 200 assinaturas anuais do Jornal “Diário da Região” destinados às escolas da Rede de Ensino da Região de São José do Rio Preto, do Estado de São Paulo – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 365 dias

– Valor: R$ 65.160,00

No mesmo jornal Diário da Região, em 25 de agosto passado, aparece a matéria Aloysio e o desafio de se tornar conhecido, cuja imagem grandiosa – pedindo votos ao seu genuíno latifundiário filho da terra – pode ser vista abaixo:

(…)

Para o bom entendedor, uma assinatura basta

Há que ser justo neste vale de lágrimas. Há que se publicar as outras compras de mesma natureza feitas até o momento, pelo Secretário Paulo Renato de Souza, que servirão como incremento pedagógico nas escolas paulistas. Todas sem necessidade de licitação, é óbvio.

(…)

Um ninho amigo para os amigos

Além de comprar de tudo em todo Estado de SP, não faltaram negócios com a grande imprensa. Já mostradas neste humílimo blog, entidades como Estadão, Folha, Veja etc., foram gentilmente agraciadas, de novo, pelo desvairado pacotaço e permanecerão nas escolas públicas por mais um ano (compare quantidades e valores de 2009). Alvíssaras!

A pergunta que fica é por que a Carta Capital nunca, jamais, em tempo algum mereceu as mesmas benesses do Estado? Estranho, né não?

Outra: quem mais se beneficia com tais “ações pedagógicas”?

Olha só que meiguice:

* 27/maio/2010 (também publicado em 26/maio)

Contrato: 15/00548/10/04

– Empresa: Editora Brasil 21 Ltda.

– Objeto: Aquisição de 5.200 Assinaturas da “Revista Isto É” – 52 Edições – destinada as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 365 dias

– Valor: R$ 1.203.280,00

– Data de Assinatura: 18/05/2010.

* 28/maio/2010

Contrato: 15/00545/10/04

– Empresa: S/A. O ESTADO DE SÃO PAULO

– Objeto: Aquisição de 5.200 assinatura do Jornal “o Estado de São Paulo” destinado as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São Paulo – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 365 dias

– Valor: R$ 2.568.800,00

– Data de Assinatura: 18/05/2010.

* 29/maio/2010

Contrato: 15/00547/10/04

– Empresa: Editora Abril S/A

– Objeto: Aquisição de 5.200 assinaturas da Revista “VEJA” destinada as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado São de Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 365 dias

– Valor: R$ 1.202.968,00

– Data de Assinatura: 20/05/2010.

* 8/junho/2010

Contrato: 15/00550/10/04

– Empresa: Empresa Folha da Manhã S.A.

– Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 assinaturas anuais do jornal “Folha de São Paulo” para as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 365 dias

– Valor: R$ 2.581.280,00

– Data de Assinatura: 18-05-2010.

* 11/junho/2010

Contrato: 15/00546/10/04

– Empresa: Editora Globo S/A.

– Objeto: Aquisição pela FDE de 5.200 assinaturas da Revista “Época” – 43 Edições, destinados as escolas da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo – CEI e COGSP – Projeto Sala de Leitura

– Prazo: 305 dias

– Valor R$ 1.202.968,00

– Data de Assinatura: 20/05/2010.

Confira no Paulo Henrique Amorim

Outra mentira do PIG e dos demotucanos vai para o chiqueiro: PT não filiou contador

Veja o que saiu no site do Deputado Brizola Neto


Ontem cobrei aqui que o PT agisse, verificasse a ficha de inscrição do tal contador e esclarecesse logo essa história mal contada para não dar margem de manobra ao inimigo. O partido agiu e divulgou no início da tarde nota de seu diretório em São Paulo em que esclarece que o Sr. Antônio Carlos Atella Ferreira jamais participou da vida do partido, embora tenha tentado se filiar.

Por conta de um erro de digitação na tentativa de filiação do admirador do Serra, em outubro de 2003, a Justiça Eleitoral deixou de efetivar o registro de filiação, e o contador jamais procurou o PT para corrigir a situação. A nota do presidente estadual do PT-SP parece bem detalhada e agora caberia ao TRE esclarecer como apresentou o sujeito como filiado se a pendência jamais se resolveu.

Transcrevo a nota que aponta para a picaretagem que envolve tudo o que faz este cidadão, que não mereceria uma linha sequer se a nossa imprensa não estivesse interessada em salvar a candidatura de Serra.



Nota do PT de São Paulo sobre filiação em Mauá

Diante das notícias veiculadas por órgãos de imprensa acerca da filiação do Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA ao Partido dos Trabalhadores (Diretório de Mauá – São Paulo), o DIRETÓRIO ESTADUAL DE SÃO PAULO DO PARTIDO DOS TRABALHADORES vem de público esclarecer que:

1. Foi apresentada ao Diretório Municipal do PT de Mauá, em outubro de 2003, proposta de filiação do Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA;

2. Ocorre, porém, que ao ser escrita ou digitada a solicitação de filiação, o seu nome foi grafado de forma incorreta, encaminhando-se, em decorrência disso, aos órgãos competentes da Justiça Eleitoral, o pedido de registro de filiação em nome de ANTÕNIO CARLOS “ATELKA” FERREIRA;

3. Em decorrência de não existir compatibilidade entre o nome constante do pedido de registro de filiação e os documentos eleitorais firmados em nome de ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA, a Justiça Eleitoral deixou de efetivar o registro da filiação;

4. Desde então, o Sr. ANTÔNIO CALOS ATELLA FERREIRA nunca procurou os Dirigentes do Diretório de Mauá para corrigir a situação da sua filiação junto a Justiça Eleitoral. Da mesma forma, ele nunca participou de qualquer órgão de direção partidária, nem de qualquer evento, seminário, reunião ou atividade promovida pelo Diretório, não tendo nunca cumprido quaisquer obrigações estatutárias estabelecidas para os nossos filiados, nem mesmo sequer comparecido para votar em quaisquer dos nossos processos eleitorais internos;

5. Assim, o Sr. ANTÔNIO CARLOS ATELLA FERREIRA, por não ter tomado qualquer iniciativa para regularizar o registro da sua filiação, acabou por ter o seu nome excluído, pela Justiça Eleitoral, do quadro de filiados do Partido dos Trabalhadores, não tendo ainda em momento algum, ao logo de todos estes anos, participado minimamente da nossa vida partidária. Desse modo, tanto perante a Justiça eleitoral como para o Partido dos Trabalhadores, ele não é considerado como integrante do nosso quadro de filiados.

São Paulo, 3 de 0utubro de 2010

EDINHO SILVA

Presidente Estadual do PT-SP

Via Tijolaço

domingo, 29 de agosto de 2010

Cuidado! A velha mídia vai ao fundo do poço e arrasta legião de desavisados

Breno Altman: a mídia é o grande prato do restaurante canibal


Não é a primeira vez que importantes meios de comunicação metem o pé na jaca. A revista Veja, em abril de 1983, publicou matéria anunciando a fusão da carne de boi com o tomate, depois de cair em brincadeira da revista New Science para celebrar o dia da mentira. O caso entrou para a mitologia jornalística como a maior “barriga” (notícia inverídica) de todos os tempos. O caso do "restaurante canibal" em Rondônia tem grandes chances de roubar-lhe o lugar no pódio.

Por Breno Altman*, no Opera Mundi

O trabalho eficaz de dois jornalistas, Pedro Aguiar e Laisa Beatris, profissionais da redação de Opera Mundi, trouxe ontem (26/08) a público caso vergonhoso de colonialismo cultural e abuso da boa-fé dos leitores. A história, que pode ser lida no artigo “Mídia internacional ignora indícios de fraude e publica notícia sobre restaurante canibal”, revela o estado de indigência que afeta parte da imprensa mundial.

Tudo começou quando um político alemão denunciou, ao diário sensacionalista Bild, a existência de restaurante brasileiro, chamado Flimé, no estado de Rondônia, que oferecia carne humana e estaria planejando abrir filial em Berlim. O vereador Michael Braun, dirigente local da União Cristão-Democrática, alegando ter recebido informação de eleitores, protestou contra as intenções do famigerado estabelecimento.

A origem primária das denúncias, logo se soube, estaria em vídeo e página divulgados pela internet. Os autores, provavelmente de nacionalidade portuguesa, talvez na intenção de se vingar das piadas contra seus patrícios, resolveram armar pegadinha contra os brasileiros. No jargão da rede, chama-se essa informação forjada de hoax.

O mais incrível é que a existência do restaurante canibal imediatamente se espalhou entre diversas agências e veículos do planeta. O inglês The Guardian, a espanhola Efe, a italiana Ansa, a alemã Der Spiegel e o português Expresso estão entre as publicações que caíram no engodo. Também comprou gato por lebre a brasileira Folha.com. A reportagem de Opera Mundi provou que não há canibalismo nem restaurante algum.

Aparentemente nenhuma das redações enroladas pelo conto dos portugueses se deu ao trabalho de apurar história tão escabrosa. O restaurante não foi checado. Não se analisou com rigor a gravação que circulou no You Tube. A página web que anunciava as estranhas iguarias tampouco recebeu o devido escrutínio.

Não é a primeira vez que importantes meios de comunicação metem o pé na jaca. A revista Veja, em abril de 1983, publicou matéria anunciando a fusão da carne de boi com o tomate, depois de cair em uma brincadeira da revista inglesa New Science, preparada para celebrar o dia da mentira. O caso Boimate, como é conhecido, entrou para a mitologia jornalística como a maior “barriga” (notícia inverídica) de todos os tempos. O affair Flimé tem grandes chances de roubar-lhe o lugar no pódio.

O problema não é apenas a preguiça dos jornalistas que deram ares de verdade à denúncia fajuta. A substituição da informação pelo espetáculo, de fato, tem poder tóxico sobre a inteligência da imprensa e contamina sua disposição de pegar no batente. Mas, é evidente, nesta situação também jogou peso decisivo a arrogância colonial dos brancos de olhos azuis. Canibalismo no Brasil? Terceiro Mundo? Terra de índios, negros e mulatos? Pau na maquina, que se não for verdadeiro, ao menos está bem contado.

A barrigada, que deveria provocar indignação da mídia brasileira e resposta à altura do governo, porque difama a imagem internacional do país, diz muito a respeito de como funcionam os monopólios mundiais da comunicação. Seus donos e operadores, de tão imbuídos do papel de vanguarda cultural do colonialismo, não perdem sequer uma história da carochinha para demonstrar a suposta primazia civilizatória das nações ricas sobre os povos do sul.

*Breno Altman é jornalista e diretor editorial do site Opera Mundi
 
Texto extraído do Vermelho

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Lula x PIG, por Brizola Neto

Jornalista da Folha defende o patrão


Mino Carta já cunhou a frase que o Brasil é o único país em que jornalista trata o patrão de colega. Principalmente aqueles que galgam cargos de confiança e assumem os interesses da empresa como se fossem acionistas.

Confesso que já achava estranho jornalistas da Folha de S.Paulo aparecerem como garotos-propaganda do jornal na televisão, mas, hoje, um deles se superou. O experiente Clóvis Rossi saiu em defesa do diretor do jornal, Otavio Frias Filho, conhecido como Otavinho, acusando Lula de ter criado uma “fábula” ao narrar almoço na empresa, em 2002, no qual foi destratado pelo então diretor de Redação.

O diretor do jornal podia ter se defendio como quisesse, em editorial de primeira página ou artigo de próprio punho, mas limitou-se a uma réplica modesta no pé da matéria que travava da crítica de Lula. Para que se esforçar se o serviço pode ser prestado por outro que oferece sua credibilidade ao papel?

Rossi se vale de sua presença no dito almoço para afirmar que Lula inventou uma história. Conta que Otavinho perguntou “por que Lula não se preocupou em estudar mais, depois de ter se estabelecido na vida, como dirigente sindical primeiro e como líder partidário depois.”

O jornalista não viu nada de mais na pergunta e disse que Lula “limitou-se a dizer que se sentia desrespeitado e que, por isso, não responderia”. Prossegue o jornalista da Folha, um dos que participou da propaganda do jornal na TV: “A conversa ainda transitou por outros temas durante um tempo até que Otavio voltou a perguntar, agora sobre a ligação do PT com o fisiologismo”. Novamente, Clóvis Rossi considerou a questão natural em um almoço para o qual Lula tinha sido convidado, assim como certamente encararia com naturalidade se o presidente tivesse tratado sobre o empréstimo dos veículos da Folha aos agentes da repressão durante a ditadura.

O “elegante” jornalista acrescenta que Lula não respondeu novamente, “a não ser para dizer que não tinha culpa de que não estivesse bem nas pesquisas o candidato do diretor de Redação, do qual não deu o nome (E precisava?). Levantou-se e foi embora.”

Rossi completou a defesa do patrão dizendo que a fabulação de Lula o incomodou, pois como pode “confiar em que Lula não fabula também ao relatar encontros com políticos ou governantes estrangeiros?”

Como não teria condições de replicar o jornalista da Folha, deixo o contraditório para outro jornalista, também presente ao almoço, Ricardo Kotscho, que lá estava na condição de assessor de imprensa de Lula.

Kotscho confessa que o único problema mais sério que teve no relacionamento com a imprensa na campanha de 2002 foi com a Folha de S.Paulo justamente por insistir que Lula atendesse ao convite para o almoço na empresa.

Kotscho conta que já sentiu o clima pouco amigável nas conversas que antecederam o almoço e que assim que sentaram-se à mesa, Otavinho disparou a primeira pergunta: “se Lula se sentia em condições de governar o país, mesmo sem ter se preparado para isso, não sabendo nem falar inglês”.

Segundo Kotscho, Lula o olhou com “expressão de incredulidade, como quem diz ‘E eu tinha que ouvir isso?’, engoliu em seco e deu uma resposta até tranquila diante daquela situação contrangedora.”

As perguntas prosseguiram em tom hostil, como relata Kotscho, até alguém (não quis nomear o autor), já quase na hora da sobremesa, indagar como Lula se sentia ao aceitar uma aliança com Paulo Maluf. “O argumento era que, se o PL apoiava Maluf na eleição para governador de São Paulo, o candidato do PT a presidente também estaria se aliando ao político que mais combatera durante toda a história do partido.”

Diante da pergunta tendenciosa, “Lula levantou-se, dirigiu-se a ‘seu’ Frias (pai de Otavinho e à época o dono do jornal) e comunicou: ‘O senhor me desculpe, mas eu não posso mais ficar aqui. Vou embora. Não posso aceitar isso em nome da minha dignidade.”

Ainda pelo relato de Kotscho, “ficou todo mundo paralisado” e “antes de sair Lula ainda disse a Otavinho: ‘Eu não tenho culpa se você está nervoso porque o teu candidato vai mal nas pesquisas’. Para ele, a Folha estava apoiando José Serra.”

Constrangido com a atitude do filho, “seu” Frias pegou Lula pelo braço, o acompanhou até o elevador e depois até o carro e se desculpou: “Nunca tinha acontecido isso antes na nossa casa.”

O relato de Kotscho está em seu livro “Do Golpe ao Planalto – Uma vida de repórter”, e o autor conta que enviou os originais deste trecho a Otavio Frias Filho. “Caso discordasse da minha versão, poderia dar a dele que eu publicaria no livro. Por não ter recebido outra versão, entendi que ele estava de acordo.”

Depois da versão fantasiosa de Clóvis Rossi, como poderemos confiar que ele também não fantasia nos demais artigos e matérias que escreve para a a Folha de S.Paulo?

Do Tijolaço

Lula x PIG, por Lula

Lula x PIG, por Rodrigo Vianna

Rodrigo Vianna: Cristina ataca mídia de frente; Lula bate de leve


Cristina Kirchner subiu o tom contra a velha mídia argentina. Não se trata de guerra verbal, mas de ação concreta: a presidenta da Argentina pede a investigação sobre a compra da Papel Prensa (principal grupo fornecedor de papel na Argentina) por grupos midiáticos daquele país.

Por Rodrigo Vianna, no blog Escrevinhador

É fácil entender que Cristina tem ótimos argumentos. Em 1976, a Papel Prensa foi comprada pelo Clarin, o La Nacion – os dois maiores jornais argentinos –, além de um terceiro diário já extinto. Não foi uma compra normal. A família que controlava a empresa relata que vendeu as ações para os jornais, por um preço muito inferior ao de mercado, porque estava sob pressão da ditadura militar argentina.

Sobre o caso, o jornal O Globo (que entende de ditadura como nenhum outro, talvez só com a concorrência da Folha) dá uma manchete mentirosa: “Cristina usa ditadura para controlar jornais”. Primeiro, o título dá a entender que Cristina usa métodos ditatoriais.

Não é verdade. Ela propõe uma investigação justa, sobre uma transação nebulosa, feita às sombras (aí, sim) da ditadura argentina. Em segundo lugar, não há na ação nada que aponte para o controle dos jornais.

Cristina não fala em fechar jornais, em intimidar jornais, em censurar. Nada disso.

O Globo, sim, apoiou um regime que fechou jornais, censurou, prendeu e torturou. O Globo tem o telhado de vidro, porque cresceu na estufa da ditadura brasileira. Por isso, ataca Cristina Kirchner. O Globo também tem medo de ser investigado.

Lula – até agora, durante oito anos de governo - abdicara do confronto aberto, preferindo uma dança mais sutil: pequenas escaramuças verbais, uma ou outra farpa lançada na direção da velha (e golpista) mídia brasileira.

Na campanha, Lula parece ter mudado. Será que foram os ataques a Dilma no JN da Globo? Ou as perguntas sob encomenda (feitas por tucanos enrustidos) no debate da Folha/UOL?

Não se sabe o que foi. Mas Lula resolveu bater. Relembrou a história de 2002, quando o garotão que dirige (?) a Folha tentou atacá-lo de forma deselegante durante almoço na sede do jornal. O garotão da Folha achava que – por não falar inglês – Lula não pudesse governar o Brasil. No discurso, terça, em Campo Grande, Lula contou a história. E disse mais: “Vou terminar meu mandato sem precisar ter almoçado com nenhum jornal, com nenhuma televisão”.

Na Venezuela, Chávez já tinha percebido que a batalha da mídia é a “mãe de todas as batalhas” (isso ficou muito claro depois do golpe de 2002, em que Chavez foi tirado do poder com apoio explícito das TVs e jornais).

Na Argentina, Cristina também já percebeu a importância dessa batalha, e aceitou o combate aberto – com a “Ley de Medios” e a guerra do papel.

Aqui no Brasil, ainda estamos nas escaramuças. Mas o partido comandado formalmente por Dona Judith (a presidenta da Associação Nacional dos Jornais/ANJ declarou que a imprensa é a “verdadeira oposição” no Brasil) não dará tréguas a Dilma num provável governo da petista.

Por isso, aqui também caminharemos para combates cada vez mais abertos. Esse clima não é bom para a democracia, não foi esse o caminho escolhido por Lula e a esquerda – que isso fique bem claro. Mas deixar de travar o bom combate, diante de tantos ataques, seria suicídio.

Lula e Dilma já mostraram que não são suicidas. E parecem dispostos a encarar a mãe de todas as batalhas.
 
Via Vermelho

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

PIG reconhece armação pró-Serra no debate virtual

quinta-feira, 19 de agosto de 2010


Folha cheirosa sente golpe do nosso blog sujo e confessa; Assessor do PSDB fez pergunta a Serra no debate presidencial

Nós os blogueiros sujos desmascaramos armação JoséSerra/FolhaUol


Só depois que este blog com exclusividade, denunciou a armação da Folha, eis que finalmente o jornal confessou o truque para favorecer o candidato do jornal. Em algumas linhas, a Folha, diz;Uma das 12 perguntas selecionadas para o debate presidencial Folha/UOL é de autoria de um assessor técnico do PSDB.


Kléber Maciel Lage, de 41 anos, trabalha há 24 anos na Câmara dos Deputados, nove deles na assessoria de orçamento do PSDB.


Economista, Lage afirma que é "um técnico" e que enviou a pergunta como "cidadão". "A gravação foi no meu quarto, ninguém sabia."..Me engana que eu gosto!


Na questão, ela indagava o que José Serra (PSDB) faria para acabar com o "toma-lá dá-cá" de cargos. O tucano respondeu que a administração federal é palco de "troca-troca desavergonhado".


A Folha diz que as perguntas ficaram disponíveis na internet, e as equipes de campanha podiam manifestar restrições. Porém não apresentaram qualquer objeção...A Folha errou. Nós protestamos!


A Folha diz que desconhecia a ligação de Lage com o PSDB. Bom, ai a Folha já está querendo brincar com nossa inteligência. Todos sabem que José Serra sabia quem era o Kleber. E a Folha também.Veja a maracutaia.


Agora vocês entenderam porque José Serra acusou o governo de financiar 'blogs sujos' e perseguir jornalistas? Serra e Folha sentiram o golpe do nosso blog. sujo O nome do assessor tucano aparece aqui, na página da Câmara dos Deputados.
 
 
Texto extraído dos Amigos do Presidente Lula

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Comensalismo: Ditadura, PIG, Globo, Serra (que se mandou da ditadura e não explicou como se sustentou no exterior)

terça-feira, 17 de agosto de 2010


Jornal Nacional mergulha na campanha de Serra

A partir desta terça-feira, o Jornal Nacional da TV Globo escala cinco repórteres para fazer uma série de reportagens sobre "desafios dos governantes em relação à saúde".

"Coincidentemente", o tema é o carro-chefe da campanha do candidato da oposição ao governo Lula, José Serra (PSDB/SP).

Em 2006, o Jornal Nacional fez dobradinha com o candidato demo-tucano da época, Geraldo Alckmin (PSDB/SP), a ponto do candidato fazer gravação em uma rodovia, onde a "caravana" do Jornal Nacional havia passado.


Texto extraído dos Amigos do Presidente Lula

VÍDEO HISTÓRICO! O dia em que o Brizola botou na Globo (PIG)


Lógica aristotélica: Brizola, gaúcho, odiava o PIG; o PIG apóia o chirico; logo, o chirico não pode usar o nome do Brizola em vão, nem dizer que é gaúcho. Aliás (sugestão do amigo Edson, de Curitiba), se o chirico vai ao Rio Grande e diz que é gaúcho, o que irá dizer quando for a Pelotas, especificamente?

domingo, 15 de agosto de 2010

Leitora chama a Época (Globo/PIG) para o pau!

Lucia Cava RJ / Rio de Janeiro 14/08/2010 16:36
Guerrilheira Dilma
Seria muito interessante que publicassem as fichas dos também guerrilheiros ou terroristas Fernando Gabeira , José Aníbal, Aloysio Nunes Ferreira e outros apoiadores do Serra. O Gabeira sequestrou o embaixador americano, razão pela qual está proibido de entrar nos EEUU; o deputado federal tucano José Anibal era colega da Dilma na mesma organização; o candidato tucano ao Senado por SP Aloysio Nunes Ferreira que foi chefe da casa civil de FHC e de Serra assaltou bancos e trens. Se a Anistia vale para tucanos e seus apoiadores, porque não vale para a Dilma? Será só porque ela é petista ou será preconceito machista contra a primeira mulher a ser Presidente do Brasil? Ou será inveja de muitos incapazes? Ou será simplesmente porque a Imprensa é quase toda vendida? Meus comentários não violam direitos constitucionais por isto espero que publiquem.

Fonte: Tudo em Cima

Texto extraído do Leão do Norte

sábado, 14 de agosto de 2010

Dilma lutou pela democracia, Serra fugiu com medo da ditadura!

sábado, 14 de agosto de 2010
Mais do mesmo...A Globo tenta espalhar medo e terror nos eleitores


A baixaria e o desespero começaram...A época desta semana já começou a jogar lama no ventilador...Era uma tática sabida: vão em buscar do passado da Dilma...

A revista Época, que é da Globo, traz hoje uma matéria para tentar alavancar os pontos perdidos por José Serra na pesquisa. A primeira pancada na revista, veio dos comentários de leitores: "Para alguns é motivo para críticas, para muitos é motivo de ORGULHO. Dentre todas as qualidades da Dilma, o seu passado é uma das que mais me encantam. A coragem para lutar contra a ditadura, arriscando a própria vida por um país mais justo e democrático é louvável. A direita está desesperada com os bons desempenhos de Dilma nas pesquisas e vai querer colar nela a imagem de terrorista, mas não vai adiantar. O povo brasileiro não é burro e sente na pele (e no bolso) as melhorias promovidas pelo Governo que ela representa e ao qual dará continuidade. Só os ignorantes vão cair nesse papo MENTIROSO de que ela foi terrorista. Ela nunca foi denunciada, julgada ou condenada por nenhuma ação armada. É burrice ou má fé da revista! Sejam espertos, não caiam nessa!"


Dilma na luta armada...e a Época da Globo, tenta espalhar medo terror...Matéria paga por José Serra?


O partido da imprensa anda preocupado e nessas eleições vai jogar todas as cartas para eleger seu candidato, José Serra (PSDB). O terreno vem sendo preparado desde que Serra se elegeu governador do estado, descumprindo o compromisso público de não deixar a prefeitura de São Paulo.


A radicalização do partido da imprensa Globo e Folha se intensificou após verem que a candidata Dilma crsceu bastante nas pesquisas eleitorais. A revista Época, aliada de José Serra praticamente revelou as diretrizes a serem seguidas nessa campanha eleitoral e despejou os chavões mais delirantes e paranóicos"Dilma terrorista".


Será que vão chamar de novo a Regina Duarte para propagar o medo, ou dessa vez esse papel ficou para a imprensa?



"Enquanto Dilma arriscava vida aqui no Brasil lutando contra a ditadura, Serra fugiu para o Chile"


Relembrando nosso post de abril, aqui...Dilma não foge da luta. Se hoje José Serra tem liberdade para falar, atacar e agredir Dilma, é porque ela lutou pela democracia: "Eu não fujo quando a situação fica difícil. Eu não tenho medo da luta"


José Serra (PSDB), não é covarde apenas quando manda seus capangas "baterem" em Lula, e agora em Dilma.


Foi covarde também quando fugiu de duas ditaduras.


Enquanto Dilma enfrentou a ditadura militar, foi presa e torturada, José Serra fugiu, foi passear e estudar no exterior


Com o golpe militar de 1964, fugiu para a Bolívia,depois, foi passear no Uruguai e, em seguida, fugiu para o Chile de Allende e, com a ascensão do ditador Pinochet em 1973, fugiu para os Estados Unidos.


Dilma Rousseff, estudante mineira, fez outra escolha. Optou por ficar no Brasil e participar ativamente da resistência à ditadura, primeiro das mobilizações estudantis, depois das organizações clandestinas, que buscavam criar as condições para uma luta armada contra a ditadura militar.


Dilma lutou na clandestinidade contra a ditadura, nessa luta foi presa, torturada , condenada, ficando detida quatro anos. Saiu para retomar a luta nas novas condições que a resistência à ditadura colocava. Entrou para o PDT de Brizola, mais tarde ingressou no PT, onde participou como secretária do governo do Rio Grande do Sul. Posteriormente foi Ministra de Minas e Energia e Ministra-chefe da Casa Civil.


Essa trajetória, em particular aquela nas condições mais difíceis, é o grande diploma de Dilma: a dignidade, a firmeza, a coerência, para realizar os ideais que assume como seus. Quem pode revelar sua trajetória com transparência e quem tem que esconder momentos fundamentais da sua vida, porque vividos nas circunstâncias mais difíceis?

Enquanto a minha candidata lutava pela democracia no Brasil, onde estava José Serra?

Texto extraído dos Amigos do Presidente Lula

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Partido consegue abrir a caixa-preta do datafalha

A urgente auditoria no Datafraude

Por Altamiro Borges, do Blog do Miro

O instituto de pesquisas Datafolha, controlado pela famíglia Frias – que também é dona do jornal Folha de S.Paulo e do portal UOL – está na berlinda. Ninguém agüenta mais as suas manipulações. O deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) já está propondo uma auditoria. “O Datafolha perdeu qualquer compromisso com a ciência estatística e passou a funcionar com uma arrogância que não se sustenta ao menor dos exames que se faça dos resultados que apresenta nas pesquisas”, argumenta o parlamentar.

Numa decisão que abre brechas para fustigar o Grupo Folha, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aceitou, nesta semana, o pedido do minúsculo PRTB (Partido Renovador Trabalhista) para ter acesso aos dados da sua última pesquisa, divulgada no sábado. O partido terá direito a conhecer o sistema interno de controle do Datafolha, com a “verificação e fiscalização da coleta de dados, incluindo as identificações dos entrevistadores, para conferir e confrontar os dados do instituto”.

Forte odor de manipulação

A última pesquisa Datafolha, que mostrou José Serra um ponto a frente de Dilma Rousseff, foi uma provocação! É certo que, desta vez, o instituto demotucano diminuiu a distância – a “boca do jacaré”, no jargão dos pesquisadores –, curvando-se ao “empate técnico”. Mesmo assim, o resultado não convenceu ninguém. É sabido que a famíglia Frias apóia o demotucano, mas ela poderia ser um pouco mais cautelosa – sob o risco de afundar o seu lucrativo negócio.

Texto parcial extraído do Escrevinhador (Rodrigo Vianna).

domingo, 25 de julho de 2010

Brizola Neto: EUA financiam imprensa golpista

Imprensa “independente”, financiada pelos EUA
julho 24th, 2010 às 20:06

As duas ONGs destacadas no documento distribuiam o dinheiro a jornalistas e meios de comunicação da Venezuela
Toda ação de sabotagem exige a preparação do terreno. Por isso não se pode analisar os fatos desvinculados de outros. Comentei aqui dias atrás a investida desrespeitosa do presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa contra o presidente Lula, procurando disseminar a falsa idéia de que a liberdade de imprensa no Brasil está ameaçada. É a partir de falsos pressupostos como esse que cenários de intervenção no processo político dos países são armados. Tudo isso me ocorre ao tomar conhecimento que o governo dos Estados Unidos destinou US$ 4 milhões para financiar jornalistas e meios de comunicação privados na Venezuela, nos últimos três anos. Muito bom lembrar isso para lembrar que desestabilização não se faz apnas com guerrilha na selva, mas com a guerrilha de papel.

Documentos do Departamento de Estado recém revelados por força do Ato de Liberdade de Informação mostram como, entre 2007 e 2009, milhões de dólares foram canalizados de um pouco conhecido Escritório de Democracia, Direitos Humanos e Trabalho para jornalistas e órgãos de imprensa na Venezuela, Bolívia e Nicarágua, através da Fundação Panamericana de Desenvolvimento, que opera na América Latina desde 1962. No entanto, só a parte referente à Venezuela foi liberada, removendo-se o nome dos que receberam o dinheiro.

Os EUA vinham escondendo sua participação direta em fomentar a mídia anti-chavista, que atua abertamente para desestabilizar a democracia venezuelana e teve papel determinante no frustrado golpe de 2002, que chegou a afastar Chávez temporariamente do poder. Embora tenha omitido os receptores dos fundos norte-americanos, um dos documentos, de julho de 2008, deixou passar os nomes dos principais grupos venezuelanos encarregados pela distribuição do dinheiro entre a mídia e jornalistas encarregados de promover a agenda dos EUA: Espacio Publico e Instituto de Prensa y Sociedad (IPS).

A operação apresentava o seguinte objetivo: fortalecer jornalistas “independentes”, proporcionando-lhes treinamento, assistência técnica, materiais e acesso às novas tecnologias “para aumentar sua capacidade de informar o público sobre as mais críticas políticas que impactam a Venezuela”. Dois prêmios de “jornalismo investigativo” também foram criados neste sentido. Em outras palavras, interferência direta num país soberano, fomentando atividades anti-governamentais.

Mais de 150 jornalistas venezuelanos foram treinados pelas agências americanas e pelo menos 25 sites foram criados pelo dinheiro do Departamento de Estado. Nos últimos dois anos, escreve a advogada Eva Golinger, que já havia desvendado um financiamento do governo americano à mídia venezuelana por outros canais, houve uma proliferação de usuários de sites, blogs, Twitter, MySpace e Facebook, a maioria para promover mensagens anti-Chávez e disseminar informações falsas sobre a realidade do país.

Estudantes e jovens também foram treinados para formar uma rede de cyberdissidentes contra o governo venezuelano. Segundo Eva Golinger, em abril passado, em encontro para “ativistas pela liberdade e direitos humanos”, promovido pelo Instituto George W. Bush, em conjunto com a Freedom House e o Departamento de Estado, para analisar o “movimento global de cyberdissidentes”, um dos presentes era Rodrigo Diamanti, um jovem ativista anti-Chávez, que esteve ao lado de “dissidentes” do Irã, Síria, Cuba. Rússia e China.

Os documentos do Departamento de Estado também mostraram financiamentos para “fortalecer a mídia independente na Venezuela”, “promover a liberdade de expressão na Venezuela” e outros programas com universidades venezuelanas, de onde sairam os principais movimentos estudantis anti-Chávez nos últimos três anos.

É por isso que não se pode ser ingênuo diante de certos comportamentos midiáticos. Parte da imprensa chilena foi financiada na preparação do golpe contra Salvador Allende, em 1973; jornalistas cubanos são aliciados para combater Fidel Castro, e a Venezuela está inundada de ações midiática anti-Chávez. A denúncia do presidente da SIP não pode ser vista fora deste contexto.

No Brasil, claro, isso não acontece.

Liberdade de informação é um valor sagrado. Que não se o confunda com uma suposta imunidade das empresas de comunicação à lei

(Extraída do "Tijolaço")

Instituto de pesquisa do PIG descarta entrevistas com eleitores pobres

25 de julho de 2010 às 19:05

Nassif: Para o Datafolha, eleitor que não tem telefone não vota
Do blog do Nassif, escrito por Luís Nassif:

Decifrando o telefone

Conversei agora há pouco com Marcos Coimbra, do Vox Populi, para entender as discrepâncias entre os dados do Vox e do Datafolha e tirar as dúvidas finais sobre o tema.

A explicação é claríssima.

Dentre os diversos cortes a serem feitos no universo dos entrevistados, um deles é entre os com telefone e os sem telefone.

No caso do Vox Populi, as pesquisas pegam todo o universo de eleitores. No caso do Datafolha, há um filtro: só se aceitam entrevistados que tenham ou telefone fixo ou celular.

Há algumas razões de ordem metodológica por trás dessa diferença.

A pesquisa consiste de duas etapas. Na primeira, os entrevistadores preenchem os questionários com os entrevistados. Na segunda, há um trabalho de checagem em campo, para conferir se o pesquisador trabalhou direito.

No caso Vox Populi, o entrevistador vai até à casa do entrevistado. A checagem é simples. Sorteia-se uma quantidade xis de casas pesquisadas e o fiscal vai até lá, conferir se o entrevistado existe, se as respostas são corretas.

No caso Datafolha, é impossível. Por questão de economia, o Datafolha optou por entrevistar pessoas em pontos de afluxo. Como conferir, então, se o pesquisador entrevistou corretamente, se não inventou entrevistados?

Em geral, um pesquisador consegue fazer bem 20 entrevistas por dia. O Datafolha anunciou ter realizado 10.000 pesquisas em dois dias, 5.000 por dia. Dividido por 20, são 250 entrevistadores. Como conferir a consistência dos questionários? Só se tiver o telefone no questionário.

É por aí que o Datafolha escorrega. O campo telefone é de preenchimento obrigatório. Com isso, fica de fora uma amostragem equivalente a todos os sem-telefone.

Segundo Marcos Coimbra, do universo pesquisado pelo Vox Populi, 30% não têm telefone nem fixo nem celular. Se se fizer um corte dos entrevistados, para o universo dos que têm telefone, os resultados do Datafolha batem com os do Vox Populi – diferença de 1 ponto apenas.

Quando entram os sem-telefone, Dilma dispara e aí aparece a diferença.

É possível que, mesmo telefone sendo de preenchimento obrigatório, o Datafolha inclua os sem-telefones? A resposta tem que vir do Datafolha.

Se não incluir, está explicada a difença, o que compromete mais uma vez a reputação técnica do Instituto. Se diz que inclui, o caso pode ser mais grave e escapar das diferenças metodológicas.

Nota do Viomundo: É expressão do respeito da elite brasileira pelos mais pobres, com a conveniência de que aos financiadores da pesquisa interessa uma amostragem que elimine os mais pobres.

(Do Nassif, via Viomundo)

Adendo do "Estão tentando me enganar": o iG informa ainda que o Vox Populi faz pesquisa com eleitores na área rural. Para o outro instituto, quem mora na roça não vota. (Eis o link: http://ultimosegundo.ig.com.br/diferenca+de+metodologia+explica+diferenca+nos+numeros/n1237727021606.html)